Momentos & Desabafos

“Se você vomita, azeda tudo em volta. Se você engole, azeda tudo dentro” - J.A. Gaiarsa.

25/9/08

Mais

 

Eu sempre quero mais que ontem
Eu sempre quero mais que hoje
Eu sempre quero mais do que eu posso ter
Mais do que palavras
Mais do que promessas
Mais do que o mundo pode me dar

Capital Inicial

 

 

Passo semanas resmungando por estar longe de casa, do cinema, do shopping, dos bares e noitadas e quando consigo uma semaninha longe da monotonia e tenho tudo ao meu alcance, advinha o que acontece. Não dou a menor importância. Faço bom proveito do cinema, shopping, visitinhas, conversinha com a mamis, mas quanto a noitada…

 

Já comentei que essa vidinha de balada e noitada me cansa, e é verdade. Minhas amigas morrem de vontade de me mandar pra bem longe. E mandam "vai de balsa pra…", isso é quase um penitência. E não tiro a razão delas. Até sinto uma meia-vontade de badalar, mas só de pensar que é sempre a mesma coisa, nenhuma novidade, falta ânimo. Não que eu não goste. Adoro! Mas não consigo mais ter aquela disposição e ansiedade que eu tinha há algum tempo e, pra completar, bem no meio da semana. Tento pensar positivo e acreditar que a noite vai ser diferente, mas como não sigo O Segredo, fica difícil acreditar que a força do pensamento vai me ajudar. 

 

Assim, cá estou eu. Depois de recusar os convites, me encontro em casa, a pouquíssimos kilômetros de uma noite agitada, sem sequer precisar dirigir - pra essas coisas o povo vem buscar em casa e ainda se oferece pra pagar o ingresso só pra ver se consegue convencer a sair de casa - logo, podendo tomar todas, ficar bem alegrinha, voltar pra casa de carona e vazia. Vazia? Dispenso. Deixa pra próxima.

 

criado por rnalcantara    0:35 — Arquivado em: Sem categoria

21/9/08

Vou ter que dizer…

 

Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr do Sol, postal, mais ninguém

Vanessa da Mata
 

Hoje eu me peguei pensando em você. Fiquei imaginando o que eu poderia lhe dizer. Não me veio muita coisa na cabeça. Então pensei no que lhe escrever, aí sim, não faltaram palavras.

 

Como você imaginava, eu rasguei todas aquelas nossas fotos. O que você não sabe é que faltou rasgar uma. Mas só ela. Essa eu ainda guardo. Bem guardado, pra não encontrar a qualquer momento e sem querer. Essa eu não tive coragem. A gente estava tão feliz naquele dia, tão apaixonados. É uma foto muito bonita. Toda vez que eu a "encontro", eu tenho a impressão que revivo aquele momento. E pra ser sincera, eu vou em busca dela sempre que eu tenho vontade de sentir essa sensação. Essa vontade de ter você. Tenho que lhe confessar que todas ainda existem, mas só no computador! Mas eu sei que isso você também já imaginava.

 

Do computador eu sequer tive vontade de apagar. Pra mim, seria uma forma de tirar você de uma vez por todas da minha vida. E, já que estou escrevendo, não tem porquê não dizer que disso eu também não tenho coragem. Sinceramente, eu não consigo enxergar uma razão pra isso. Sei que ninguém entende, mas eu sei o motivo dessa atitude.

 

Eu não sinto raiva de você. Nunca senti. Eu decidi me recusar a guardar aquela mágoa. Não por você, por mim. Puro egoísmo. Fiz isso pro meu próprio bem. Magoada, eu seria incapaz de relembrar os bons momentos. Magoada, eu viveria remoendo aquela dor. Eu ficaria apenas com o gosto amargo do fim.

 

Eu prefiro lembrar do teu beijo, do teu toque, do teu cheiro. É muito mais prazeroso. Já que só a lembrança me restou, o melhor é tirar proveito dela. Acho que é saudade. Daquela bem gostosa de sentir. Saudade do que foi bom, do que eu senti. Saudade de você. Pronto, escrevi. Assim eu consigo. Assim não preciso racionalizar. Afinal, assim você nunca vai saber.

 

Mas, se algum dia você me encontrar, não me pergunte nada. Não me faça falar. Pra você, eu não conseguiria mentir. Eu teria que ser fria, mas eu sei que eu sentiria uma vontade enorme de dizer, pelo menos, parte do que escrevi. E aí, você iria descobrir o quanto ainda faz parte da minha vida. E isso eu não posso revelar. Muito menos pra você.

 

 

criado por rnalcantara    23:27 — Arquivado em: Sem categoria

Mimos

 

Quando comecei a escrever aqui não imaginei que alguém pudesse se tornar leitor dessas mal-traçadas linhas. Porém, hoje, até recebi selinhos. Achei chic demais!

 

Obrigada, Camila, pelo carinho. Fiquei toda toda com esse mimo =)

 

 

Aproveitando o clima, vou dar um selinho pros blogs que frequento e recomendo:

 

O Triângulo das Bermudas - Camila Hardt

 

Palavras à flor da pele - Fabiana Borges

 

Invade e fim - Luana Ferraz

 

 

Abraços, Meninas. Vocês merecem!

 

PS: Só não descobri como deixar o selinho ali do lado, sempre visível, mas tudo bem.

 

criado por rnalcantara    12:14 — Arquivado em: Sem categoria

18/9/08

Não casei, mas fui (e vou de novo) pra Salvador!

 

 

Quando encontro as minhas amigas dos tempos de colégio, vejo o quanto a vida tem sido boa comigo, o quanto eu tenho sido beneficiada pelas minha próprias escolhas. A maioria delas já estão casadas ou separadas e têm filhos. Olham pra nós, solteiras, com um certo grau de incompreensão, mas por trás do ar superior está aquela pontinha de inveja por não ter vivido o que gostariam.

 

Na nossa adolescência sempre fazemos planos do que esperamos ter ou fazer quando estivermos trabalhando, ganhando nosso próprio dinheiro, sendo donas do nosso nariz. Olhar pra trás e ver que grande parte daqueles sonhos foram deixados de lado pra viver uma grande história de amor, que de grande só tem o sonho, deve ser realmente entristecedor. E digno de inveja de quem conseguiu, com a mesma idade, realizar pelo menos parte deles.

 

Eu, por exemplo, quando pensava no meu futuro, sempre imaginava chegar, abrir a porta, ver a casa toda escura, tomar banho e me jogar. Sempre quis morar sozinha. E essa experiência tem me ensinado bastante sobre mim mesma. Sempre pensei pagar as minhas contas com meu próprio "suor", ter meu carro…

 

Nunca pensei que sofreria tanto por amor, mas sofri. Muito menos que seria premiada por aquele inesquecível e semi traumatizante chifre. Mas hoje dou graças ao meu bom Deus por tudo que eu sofri, passei e aprendi. Hoje vejo que casar não é amar. Casar exige algo mais "concreto" que o amor. Exige respeito, companheirismo, sintonia e, acima de tudo, admiração. Isso porque deve ser insuportável conviver com alguém que você não admira e, o pior, pelo resto da sua vida. Falta conversa, falta entendimento.

 

Ainda tenho impregnado o romantismo na minha alma. Isso que me faz acreditar que vou encontrar alguém que eu ame muito e vou ser feliz. Mas, com as porradas que eu já peguei, sei que isso é só a pontinha do iceberg. O sentimento é só o começo. Só com ele, nem adianta tentar  (consigo até entender meu ex, mas essa é outra história…).

 

Não casei, mas tenho emprego, tenho meu carro, pago minhas contas, moro sozinha (durante a semana, mas já conta!), viajo de férias, beijo na boca e vou DE NOVO passar o carnaval em Salvador. Quero mais o quê? O amor pode esperar…agora, até depois do carnaval, de preferência =)

 

…..

  

- Casei, tenho minha casa. É meio complicado, mas nada é fácil, imagina quando não se pode mais pensar em você…Mas, sim, você ainda não casou?

- Não, ainda não.

- Ai, menina, nem pensa nisso. É complicado mesmo depois que a gente casa…

….

- Tô indo trocar minhas milhas.

- Milhas é? Tá viajada! Vai pra onde?

- Salvador

- Quando?

- No carnaval. Viciei. rsrs

- Ai, não acredito! Que sonho…

- Sonho nada!

Essa é a minha realidade (claro que essa frase eu não disse. Também não sou tão insensível e esnobe assim hehehe)

 

 

 

criado por rnalcantara    21:29 — Arquivado em: Sem categoria

10/9/08

Revoltas do dia-a-dia

 

Quando eu era criança, minha mãe me ensinou a olhar para os dois lados antes de atravessar a rua. Quando eu fiz auto-escola, aprendi que existem vias de mão única e que, óbvia e teoricamente, nessas o sentido é único. Ou seja, só passa carro num único sentido. Seria cômico se não fosse trágico e redundante. Em qualquer lugar seria assim, mas aqui não. Teoricamente porque aqui é terra de ninguém. Ninguém respeita as leis de trânsito, as pessoas ou qualquer coisa que mereça respeito. Depois das aulas de legislação, acabei esquecendo os conselhos da minha mãe.

 

Resultado, ontem, ao atravessar uma rua de sentido único (teoricamente), olho apenas para um lado e quando percebo estou no chão. Uma pessoa veio na contra mão de moto e sem capacete e simplesmente me atropelou. Tive algumas leves escorreações e machuquei meu seio que, por sinal, está doendo demais. Ainda mais impressionante foi a atitude de pessoas que estavam próximas do local. Quando caí, ouvi alguém dizer "vai embora, não para não que tu tá errada". E a pessoa simplesmente afastou a moto e acelerou. Levantei e quando olhei pro lado a desgraçada já estava indo embora e todo mundo fingiu que não viu. Fiquei de boca aberta. Como pode?

 

Aqui nessa cidade ninguém respeita nada. Nem idosos são respeitados. Aliás, aqui nem cachorro respeita carro. Se tiver um cachorro no meio da rua, você só terá duas opções ou mata o cachorro ou cai no buraco porque aqui não tem um cão que tenha medo de carro. As bicicletas andam como se fossem caminhões, bem no meio da rua e isso quando não tem duas pessoas, cada uma em sua bicicleta, conversando no meio da avenida atrapalhando o trânsito e como se nada estivese acontecendo. Em relação aos motoqueiros e motoqueiras, prefiro nem comentar! Um absurdo!

 

Entrei no trabalho bestificada (existe?), com a calça rasgada no joelho e quando um colega me perguntou, comentei sobre essa porcaria de cidade onde, além de tudo isso, ainda falta energia o tempo todo, ainda é suja, e ainda tem um povo mal educado. Um otário (perdão, mas só encontro essa palavra pra descrever o otário), que escutava a conversa por tabela, teve a audácia de se intrometer e despejar a frase-mantra desse povo "Vem de lá ganhar dinheiro e ainda reclama". Eu, simpática como nunca: Alguém pediu a sua opinião? Alguém sequer falou com o senhor? Ah, tá! Mas já que o senhor me deu liberdade eu vou dizer-lhe o seguinte EU não vim pra cá pra ganhar dinheiro. EU vim pra cá pra trabalhar se eu quisesse ir pra algum lugar ganhar dinheiro certamente não seria aqui que eu estaria. Se fosse pra ganhar dinheiro eu teria ido pra Brasília e não pra "essa porcaria de cidade".

 

Eu sei que eu fui "mor escrota" e mal educada chegando quase a me igualar ao dito, mas não resisti.

 

Pra completar, hoje à noite, fui pra "academia" (totalmente entre aspas, por inúmeros motivos) e comecei a caminhar na esteira quando alguém do salão decide colocar o CD que trouxe de casa. Resultado: Caminhada ao som de Calypso. Ah, não! Assim não dá. Só aqui mesmo! Desisto! Voltei pra casa. Antes gorda a ouvir Calypso!

 

 

criado por rnalcantara    0:37 — Arquivado em: Sem categoria

8/9/08

Eu amo o meu Pit Bull!!!

 

Quando a Daniela Cicarelli saiu nas ruas com uma camiseta que estampava a frase "quanto mais conheço os homens, mais amo meu cachorro"  provocou o maior reboliço. Alguns disseram que era provocação por causa do Ronaldinho, outros que era despeito, enfim todos tinham seu veneno escorrendo contra a Cicarelli. Tá certo que ela poderia apenas querer chamar a atenção da mídia - e conseguiu - mas, pensando bem, pode ter um fundo de verdade nessa frase.

 

Hoje, entendo perfeitamente o que ela quis dizer. Até porque, tenho um pit bull maravilhoso e muito mais companheiro que alguns namorados por aí. Mas, não só por isso. Um cachorro é capaz de defender você em qualquer situação. Um cachoro jamais ficaria contra seu próprio dono.

 

Mas como homens não têm donos, eles simplesmente são capazes de falar mal das namoradas, esposas e afins com uma facilidade impressionante, principalmente se o ouvinte for uma amiga solteira. Tenho a impressão que homem vê possibilidade de pegação em qualquer circunstância, até quando não existe. Pra eles o importante é investir, vai que cola. 

 

Eu penso que se a pessoa resolveu namorar alguém, escolheu alguém pra casar é porque o mínimo especial essa pessoa é. Um mínimo de amor e vontade de que a relação dê certo deve existir. Aí o cara encontra você depois de um tempão, faz aquela perguntinha básica "tá namorando?", você responde e o cara lança aquela frase também básica "mas como?" e em seguida "você continua linda!" e, simplesmente, começa a falar das lamúrias de ser um ser casado, de ter uma esposa pegajosa, ciumenta etc e tal.

  

E eu me pergunto: Sim, e eu com isso? Cada um com seus problemas.

Como diria a minha vózinha: Pariu Mateus, meu filho? Agora embala!

 

 

 

PS 1: Aprendi que se uma mulher é ciumenta, motivos ela tem. E, muitas vezes, até de sobra!

PS 2: Onde há fumaça, certamente há fogo. E mulher sente esse cheiro há kilômetros de distância.

PS 3: Apesar disso, a culpa é sempre nossa. O ciúme é sempre sem fundamento e os homens só não são fiéis porque se sentem sufocados por nós.

 

Dá pra entender??

 

criado por rnalcantara    1:49 — Arquivado em: Sem categoria

5/9/08

Novos tempos

 

Depois que o orkut chegou, ninguém mais consegue ser feliz sem divulgar a, mesmo que aparente, felicidade. É preciso que esteja lá, explícito e, de preferência, pra todo mundo ver. Álbuns e recados irrestritos. Quando se está feliz, no orkut, é preciso deixar que todos leiam e vejam.

 

Prova de amor, hoje em dia, é alterar o status pra "namorando", pôr uma foto como capa de álbum do casal mais feliz pelas próximas duas semanas. Isso sim é estar apaixonado. Não importa se é amor ou não. O importante é que todos vejam que naquelas duas semanas fulano e cicrana tinham "donos".

 

Acabar o namoro é motivo de felicidade absoluta, só no orkut mesmo! As pessoas imediatamente alteram novamente o status. Agora pra "solteiro" e, se fosse possível, teria que ser em letras maiúsculas e em negrito. Nesse momento é que os álbuns estão repletos de momentos sorridentes. Claro, nunca vi alguém querer tirar foto no momento da fossa. Mas isso não basta. É preciso encher de recados diretos pra o "ex", escrever frases do tipo "solteiro sim, sozinho nunca", "a fila anda", "tô feliz pra cacete" (essa é exagero, mas rola). Não importa se, na verdade, todo mundo sabe que a pessoa tá pedindo pra morrer pra acabar logo com a dor de cotovelo, o importante é não deixar transparecer isso. Não no orkut!

 

E as pessoas vão vivendo personagens que, a maioria das vezes, não trazem nada de bom pra elas. Uma vida vazia, a vida contada pelo orkut. Mas…cada um com seus problemas. Enquanto isso, eu me divirto! =D

 

criado por rnalcantara    13:45 — Arquivado em: Sem categoria

2/9/08

Eis que te curas!

 

"O tempo faz tudo valer a pena
E nem o erro é desperdício…"

Ana Carolina 

 

Durante muito tempo eu evitei esse momento. O medo consumia os meus pensamentos. Perdi horas idealizando como seria. Dediquei anos da minha vida fantasiando o reencontro. Em alguns momentos, cheguei a me afastar dos meus amigos e chorar por não compartilhar da felicidade deles. Curti uma dor só minha. Sentia vergonha por ter sido tão covarde. Eu só não imaginava que seria tão fácil.

 

Depois de tanto tempo no casulo, a larva se transforma. Até aqui o sofrimento foi necessário, não sei o quão, mas foi.   Pela primeira vez, eu acredito que tudo tem seu tempo. Talvez se tivesse me precipitado, teria sido catastrófico. Não sei de onde tirei forças e coragem, mas arranjei e decidi ver no que ia dar. O resultado não poderia ter sido melhor.

 

É muito estranho encontrar uma pessoa que você tanto amou e ter que fingir que não conhece. Mas, o mais estranho mesmo, é ver não sentir  nada. Meu coração não vibrou de alegria, minhas mãos não suaram, eu não fiquei nervosa. Eu sempre jurei que, ao reencontrá-lo, a primeira vontade que eu teria seria de me jogar nos braços dele, apertá-lo num abraço, procurar sentir aquele cheiro que eu não esqueci, matar saudade, mas nada! Não senti nada! Cheguei até a pensar que ele estava feio. Tá certo que a porrada foi segura, mas eu nunca imaginei que eu pudesse chegar a esse estágio. Ele, certamente, foi a pessoa que eu mais amei na vida. AMEI! Que lindo! Nunca imaginei conjugar esse verbo em outro tempo que não fosse o presente, quando me referisse a ele. Cheguei em casa tão radiante que não me continha. A única coisa que eu pensava era que quando a gente namorava ele se vestia bem melhor.  

 

Eu sou bicho estranho mesmo! Sofri muito e ainda tinha a idéia de que, quando o encontrasse, continuaria a sentir a mesma coisa. Quanto tempo eu perdi sem saber!  Nem imagino há quanto tempo que eu tomo "remédio" sem necessidade. Mal sabia que não fazia mais efeito algum. Eis que o ciclo se encerra. Definitivamente!

 

Enfim, o fim!

 

Você não me contém, mais.

 

 

criado por rnalcantara    0:18 — Arquivado em: Sem categoria
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://momentodesabafo.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.